Oferta Formativa

Contactos

Porto: 226 152 500
Lisboa: 217 713 100
Covilhã: 275 320 300
Barcelos: 253 808 770
Vila das Aves: 252 820 910

Coleções dos finalistas do Modatex Lisboa apresentadas no Museu Militar

Coleções dos finalistas do Modatex Lisboa apresentadas no Museu Militar

Talento, criatividade e a emoção de quem termina um percurso formativo de três anos marcaram o desfile de apresentação das coleções finais dos alunos de Design de Moda do Modatex Lisboa. A apresentação teve lugar na sexta-feira, 16 de setembro, no Museu Militar, em Lisboa.
Onze novos designers deram a conhecer os seus trabalhos perante uma plateia composta por formadores, familiares e amigos, bem como do Conselho de Administração do Modatex. Este evento teve também uma convidada muito especial: a conceituada designer Ana Salazar, que seguiu atentamente o desfile, que teve como tema “Breaking Point”.
Alexandra Breda, Carla Campos, Catarina Portela, Daniela Ciolan, Edsana Robalo, Joana Bonhorst, João Barriga, Mariana Laurência, Sara Cruz, Susana Grou e Teresa Lucas são os jovens criadores que terminam agora a formação no Modatex.
As coleções
Alexandra Breda escolheu para tema “V Transfer”, uma coleção inspirada no conceito de transferência de volume, com silhuetas que oscilam entre os volumes e a fluidez, baseadas na analogia balão cheio vs. balão vazio.

Strange? Ent!ty, de Carla Campos, é uma coleção mista influenciada pelo streetwear, dominada pelo preto, mas com uma paleta onde também estão presentes o burgundy e verde tropa, com alguns apontamentos de cinza refletor.

Catarina Portela deu a conhecer o seu trabalho através de “that´s not what it seems”, com peças com um toque colorido descontraído e de uso quotidiano e uma paleta de cores marcada por tons suaves.

Daniela Ciolan apostou na simbiose entre o clássico e o streetwear, combinando moda e natureza numa coleção feminina em que cortes, detalhes e transparências revelam o corpo feminino.

Edsana Robalo apresentou “Círculo”, uma coleção inspirada na expressão do filme “The Circus”. Foram utilizados materiais como sarja e popeline técnica em peças com pormenores como estampados e bordados com missangas e lantejoulas.
Joana Bonhorst criou Beloved, uma coleção com propostas ready-to-wear que refletem uma silhueta feminina, com raízes claras dos anos 50. Foram utilizados materiais crus como o denim e estampados manuais numa paleta de cores sólidas.
“Blackout” é o nome da coleção de João Barriga. Com origem no streetwear masculino, esta coleção assumidamente urbana e algo “underground” apostou em silhuetas oversized e na cor preta.
Mariana Laurência mostrou “Laurenza”, uma coleção com fortes influências clássicas e inspiração no trio Natureza-Animal-Humano, presente quer através da forma como estão construídas as peças, quer pelo grafismo e texturas presentes.
“Half Real”, de Sara Cruz, é uma coleção que parte da análise cronológica do ser enquanto processo criativo, encontrando conceitos como passado, presente e futuro. Origem, Estrutura e Evolução são as premissas para a criação.
Susana Grou inspirou-se nos gangs e nos bairros de Brooklyn, em Nova Iorque, para criar uma linha streetwear. A personalidade destes bairros esteve na origem do conceito destas propostas. As redes metálicas das ruas foram outra fonte de inspiração.
Teresa Lucas criou a coleção “Fucking Mess”, que pretende ser “um grito, uma afirmação barulhenta, inquietante, com dúvidas e sem certezas e, no entanto, algo genuíno e sem preocupações, sem se querer conformar”.

Galeria