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Seis coleções de finalistas de Design de Moda no MODATEX Porto

Seis coleções de finalistas de Design de Moda no MODATEX Porto

As coleções de seis finalistas do curso de Design de Moda do MODATEX Porto foram apresentadas no início de janeiro num showroom de acesso livre. Os projetos dos seis criadores pretenderam transmitir o potencial criativo e técnico do percurso do curso, valorizando a atenção aos detalhes e acabamentos e a capacidade de criar novos materiais.
Em “DOUBLEXXXBANG”, João Alves Coutinho apresentou uma coleção focada no público masculino, estruturada nas formas triangulares em que o corpo encontra a sua expressão. Fetichista como princípio, imponente na sua singularidade, sensual, e com um espírito destemido e dramático.
Com “Um Mal Fascinante”, ARIYAKI (Pedro Ari Paiva) retrata um processo bastante pessoal, do sofrimento amoroso à libertação. As formas, cores, materiais, franzidos e restantes pormenores personificam sensações físicas e psicológicas, da exaustão à luxúria, tormenta, luto amoroso, inquietação e libertação.
“Hipérbole” foi a coleção SS20 apresentada por AHCOR (Sílvia Rocha) e vai além das convenções, surgindo como crítica àquilo que ainda é a opinião de uma sociedade que vive do preconceito. Um mundo livre de estigmas ou aceitação total? A coleção traduz a incerteza e a falta de consenso.
ARNDES (Ana Rita de Sousa) trouxe-nos a coleção “Primeiro Exercício”, debruçada nos diferentes significados da palavra “puzzle” – um encaixe de partes, uma questão, a confusão. A coleção passa pela escolha, desconstrução e mutação de silhuetas, formas, volumes, dimensões, cores e estilos de peças existentes e exploração de uma nova linguagem, mantendo a funcionalidade e as características intrínsecas.
Diogo Van Der Sandt analisou e desconstruiu o trabalho do pintor abstrato Jack Coultier. Cada peça foi criada com um quadro do pintor como referência, procurando recriar as técnicas usadas pelo mesmo na ultimação dos materiais. Uma coleção distinta na pluralidade de formas, estampados e texturas.
FIRST NAME (Daniela Gonçalves) reestruturou em “Kōzō” a memória da modelação dos loucos anos 20 e o seu sentido noturno, como um improviso de jazz. Uma coleção marcada pelo sentido construtivo das estruturas japonesas (Kōzō) tradicionais mais abstratas, que primam pelo rigor da geometria na construção da estrutura e no sentido estético dos padrões; pela composição formal da textura e do ritmo, vanguardista e artística; pela variação sensível e intuitiva; pelo equilíbrio e sofisticação.